NOSTALGIA
Visita às Caves S. Domingos e discoteca Kiay


A loucura do costume

A visita às caves S. Domingos, na Anadia valeu a pena. Mais de 30 rapazolas de Assentis enfiaram-se num autocarro e rumaram a norte para uma noite de loucura que terminou com a chegada a casa na manhã de domingo. Tudo aconteceu no passado dia 28 de Junho.
A partida decorreu por volta das 18 horas de sábado e logo os principais animadores da corte proporcionaram valentes gargalhadas. Os inconfundíveis Tonaita, Coelho e Setenta fizeram com que a viagem passasse depressa.


Coelho

?

Setenta
 

A primeira paragem aconteceu numa área de serviço, creio que na Mealhada (?), para verter águas e “buer” as primeiras bejecas da romaria.
Chegados ao destino, já com algum atraso porque não é fácil conduzir uma “camineta da carreira” por ruas estreitas, fomos brindados com um pequeno beberete onde podemos apreciar o precioso nectar branco e tinto, espumante e maduro. Depois, descida às caves para ver “in loco” os milhões de garrafas e pipos armazenados, sempre com uma temperatura constante.

 
O Palhaça não perdeu oportunidade para abrir e provar uma garrafita de espumante. “Tava cinco estrelas”. Nestas coisas de homens a variação começou a subir e as gargalhadas ouviam-se a milhas.
Depois de ganhar apetite, foi altura de aconchegar o estômago com o tradicional leitão da bairrada. No fim do jantar, foi o melhor momento para tirar alguns “retratos” como se pode confirmar.  
  A maluquice continuou um pouco mais a sul, na discoteca Kiay, onde toda a gente foi abanar o capecete. Depois de muitas cervejas bebidas, várias voltas de escorrega e dezenas de quedas do touro, o pessoal lá ganhou coragem para regressar a casa. A partida estava marcada para as cinco da manhã, mas o autocarro só arrancou quase uma hora depois, apesar de deixar alguns pelo caminho.
Uma tarde, noite e madrugada bem passada e que certamente irá ser repetida noutros locais.
Quem não foi, não sabe o que perdeu. A organização está de parabéns, apesar de alguns esquecimentos nos convites.

   

E já agora, qual foi a maior bebedeira?
 
Fotos e texto de Nuno Matos