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Autor Mensagem
Realista
Torres Novas
2018-01-18 19:20
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Quem fala assim não é gaga

" Assunto: Fwd: AFAGOS AO NOSSO EGO ...


Ruth Manus, é advogada e professora universitária e escreve um blogue num Jornal de S.. Paulo e no Observador( Lix.)

Dentre as coisas que mais detesto, duas podem ser destacadas:
Ingratidão e pessimismo.
Sou incuravelmente grata e otimista e, comemorando quase 2 anos em Lisboa, sinto que devo a Portugal o reconhecimento de coisas incríveis que existem aqui- embora me pareça que muitos nem percebam.
Não estou dizendo que Portugal seja perfeito.
Nenhum lugar é.
Nem os portugueses são, nem os brasileiros, nem os alemães, nem ninguém.
Mas para olharmos defeitos e pontos negativos basta abrir qualquer jornal, como fazemos diariamente.
Mas acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo inteiro deveria inspirar-se.
Para começo de conversa, o mundo deveria aprender a cozinhar com os portugueses.
Os franceses aprenderiam que aqueles pratos com porções minúsculas não alegram ninguém.
Os alemães descobririam outros acompanhamentos além da batata.
Os ingleses aprenderiam tudo do zero.
Bacalhau e pastel de nata ?
Não.
Estamos falando de muito mais.
Arroz de pato, arroz de polvo, alheira, peixe fresco grelhado, ameijoas, plumas de porco preto, grelos salteados, arroz de tomate, baba de camelo, arroz doce, bolo de bolacha, ovos moles.
Mais do que isso, o mundo deveria aprender a se relacionar com a terra como os portugueses se relacionam.
Conhecer a época das cerejas, das castanhas e da vindima.
Saber que o porco é alentejano, que o vinho do Porto é do Douro.
Talvez o pequeno território permita que os portugueses conheçam melhor o trajeto dos alimentos até a sua mesa, diferente do que ocorre, por exemplo, no Brasil.
O mundo deveria saber ligar a terra à família e à história como os portugueses.
A história da quinta do avô, as origens transmontanas da família, as receitas típicas da aldeia onde nasceu a avó.
O mundo não deveria deixar o passado escoar tão rapidamente por entre os dedos.
E se alguns dizem que Portugal vive do passado, eu tenho certeza de que é isso o que os faz ter raízes tão fundas e fortes.
O mundo deveria ter o balanço entre a rigidez e a afeto que têm os portugueses.
De nada adiantam a simpatia e o carisma brasileiros se eles nos impedem de agir com a seriedade e a firmeza que determinados assuntos exigem.
O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias piores que as de Donald Trump, emergiu como piada e hoje se fortalece como descuido no nosso cenário político.
Nem Bolsonaro nem Trump passariam em Portugal .
Os portugueses - de direita ou de esquerda - não riem desse tipo de figura, nem permitem que elas floresçam.
Ao mesmo tempo, de nada adianta o rigor japonês que acaba em suicídio, nem a frieza nórdica que resulta na ausência de vínculos.
Os portugueses são dos poucos povos que sabem dosar rigidez e afeto, acidez e doçura, buscando sempre a medida correta de cada elemento, ainda que de forma inconsciente.
Todo país do mundo deveria ter uma data como o 25 de abril para celebrar.
Se o Brasil tivesse definido uma data para celebrar o fim da ditadura, talvez não observássemos com tanta dor a fragilidade da nossa democracia.
Todo país deveria fixar o que é passado e o que é futuro através de datas como essa.
Todo idioma deveria conter afeto nas palavras corriqueiras como o português de Portugal transporta .
Gosto de ser chamada de “ miúda“.
Gosto de ver os meninos brincando e ouvir seus pais chama-los carinhosamente de “ putos “.
Gosto do uso constante de diminutivos.
Gosto de ouvir ” magoei-te ? ” quando alguém pisa no meu pé
Gosto do uso das palavras de forma doce.
O mundo deveria aprender a ter modéstia como os portugueses, embora os portugueses devessem ter mais orgulho desse seu país do que costumam ter.
Portugal usa suas melhores características para aproximar as pessoas, não para afastá-las.
A arrogância que impera em tantos países europeus, passa bem longe dos portugueses.
O mundo deveria saber olhar para dentro e para fora como Portugal sabe.
Portugal não vive centrado em si próprio como fazem os franceses e os norte americanos.
Por outro lado, não ignora importantes questões internas, priorizando o que vem de fora, como ocorre com tantos países colonizados.
Portugal é um país muito mais equilibrado do que a média e é muito maior do que parece.
Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com Portugal.
Essa sorte, pelo menos, nós brasileiros tivemos. "

Abílio Conde Vieira
Assentis
2018-01-05 19:49
105.225.237.228    

Traanscrevo tal como acabei de receber:

" O SABER NÃO OCUPA LUGAR

Quando souber a razão que levou alguém a colocar um saquinho de chá usado no carro, vai começar a fazer o mesmo! Nunca mais os voltará a deitar para o lixo.
O que usa para purificar o ambiente interno do carro? Com esta dica vai poder economizar e assim reaproveitar algo que supostamente deitaria para o lixo.
Faz chá de saquetas? Certamente depois de o chá estar pronto, deita a saqueta fora, certo? Mas sabia que a saqueta do chá antes de ir para o lixo pode ser reaproveitada?

Isso mesmo. A bolsa usada de chá tem excelentes utilidades domésticas.
E vai conhecer 6 delas agora:

• 1. Tratar irritações na pele
Aleijou-se na pele? Ou foi picado(a) por um mosquito? Arranhões, contusões, vermelhidão, inflamações e picadas de insectos podem ser aliviados com a ajuda de saquinhos de chá.
Basta molhar a bolsinha de chá com água fria corrente e mantê-la pressionada e em contacto com a área afectada por 15 minutos. O chá contém tanino, que vai remover a inflamação e a irritação, além de reduzir a vermelhidão e o inchaço.
Manchas de sol, herpes e olheiras também podem ser tratados com compressas frias de saquinhos de chá usados.

• 2. Eliminar odor ruim em sapatos
O odor desagradável de sapatos vai desaparecer se colocar um saco de chá usado dentro deles. Ele vai absorver o excesso de humidade e o mofo.

• 3. Eliminar odor ruim do frigorífico
Se colocar um saquinho de chá usado no frigorífico, ele vai neutralizar o cheiro desagradável. A bolsa usada de chá vai absorver os odores dos alimentos e manterá o equilíbrio de humidade do local onde conserva os alimentos.

• 4. Facilitar limpeza de pratos
Como limpar os pratos muito sujos sem o uso de produtos químicos e não perder tempo removendo os resíduos endurecidos de comida?
Mergulhe os pratos durante a noite numa pia cheia de água e coloque alguns sacos usados de chá dentro. Na manhã seguinte vai eliminar toda a sujidade e a gordura dos pratos com enorme facilidade.

• 5. Evitar a presença de ratos, aranhas e outros insectos
Os sacos de chá usados não agradam a ratos, aranhas e insectos. O cheiro de chá incomoda-os e eles afastam-se.
Basta colocar bolsas usadas na despensa e noutras áreas problemáticas.

• 6. Purificar o ar do carro
Tudo que precisa fazer é colocar um saquinho usado de chá no seu carro, em vez de um ambientador. Ele vai efectivamente absorver a humidade e eliminar os maus odores.
Vale a pena tentar este truque: é tão eficiente como os purificadores que compra na loja, mas estes são muito mais baratos!
Em defesa da Língua Portuguesa, não é adoptado o acordo ortográfico de 1990."

Ribatejano
Torres Novas
2017-12-30 17:09
105.184.32.187    

DIÓGENES E AS LENTILHAS

Conta-se que certo dia estando Diógenes a comer lentilhas se aproximou dele o filósofo Aristipo conhecido por muito sabujar o rei, o qual por seu turno e por tal motivo lhe proporcionava vida de abastança.

Diz-lhe então Aristipo:
----"Se aprendesses a ser submisso ao rei não terias que comer esse lixo de lentilhas",

ao que Diógenes replicou:
-----"E tu, se tivesses aprendido a comer lentilhas não terias que bajular o rei".
Abílio Conde Vieira
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2017-12-17 16:06
105.227.204.30    

O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA


Caros Assentissenses,

Como muitos de vós possivelmente já terão conhecimento, o nosso conterrâneo Alfredo de Sousa Tomaz, que há alguns anos se fixou no Alto Minho, acaba de publicar um interessante livro cujo título é:

"O homem que não tinha uma fazenda em África",

tendo a apresentação do mesmo, tido lugar no passado dia 9 do corrente em Ponte da Barca

Parabéns ao Alfredo por este seu livro que o conceituado jornalista Ricardo de Saavedra prefaciou por muito mérito lhe reconhecer.
O referido livro versa a Angola dos anos 50 no período de 1951 a 1976.

Um livro que se recomenda a quem se interesse por boa leitura.

Como "aperitivo" aconselho-vos a escrever no GOOGLE: "Alfredo de Sousa Tomaz" e a verificarem o que lá consta sobre este livro e a respectiva apresentação. Mais não digo.

Nota: O livro pode ser adquirido através dos seguintes contactos:

Editora: queroesselivro@outlook.com
Autor: astom@sapo.pt


Abílio Conde Vieira
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2017-12-16 15:45
105.227.221.47    

SABEDORIA POPULAR

- 2ª-Feira vou para a Feira
- 3ª-Feira chego à Feira
- 4ª-Feira estou na Feira
- 5ª-Feira abalo da Feira
- 6ª-Feira chego da Feira
- Sábado cozo e amasso
Olha velha o que eu faço.

Tadeu Bastos Bactista
Alemanha
2017-12-11 11:16
189.54.145.105  
Antes teatro era fonte de cultura e conhecimento.
Hoje novela portuguesa é tão popular que ninguém deixa de conhecer gíria comum da nossa língua portuguesa.Certo gajo ,se calhar até a gajo fixe......
ACV
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2017-10-09 20:22
105.229.199.50    
QUE AO MENOS O HUMOR RESISTA. Transcrição integral:



" . BOA CRÍTICA HUMORÍSTICA AO ACORDO ORTOGRÁFICO.

Era uma vez um Acordo
Que de tão mal acordado
Causou zanga e confusão
Deixou tudo baralhado
O cágado ficou cagado,
Coitado do animal
Tão envergonhado estava
Que deixou de dar sinal
Os egitos no Egipto
Não sabiam que fazer
Se ficar pelas pirâmides
Se beber para esquecer
O junho ficou minúsculo
Todos os outros também
Gritava o dezembro, fulo:
- Sou agora um Zé-Ninguém !
O pára passou a para
Mas que grande confusão
O trânsito ficou parado
Andava-se em contramão
O pêlo chamado pelo
E já ninguém se entendia
Uns rezavam ao Diabo
Outros à Virgem Maria
O facto ficou de fato
Mas não lhe serviu de nada
E reclamava sempre:
- Sem o meu “c” não sou nada!
A receção sem o “p”
Sentia-se mesmo mal
Andava tão chateada
Que foi para tribunal.
- Que saudades do meu “c”!
Lamentava-se o noturno
Grande farrista que era
Tornou-se muito soturno.
Espetadas e espetadinhas
Fugiam dos espetadores
Tinham fama de sexistas
Os desonestos senhores
Vivesse o douto poeta
Homem de bom critério
Diria hoje decerto:
- Vós que lá do vosso império
Decretais Acordo novo
Calai-vos, que pode o povo
Querer um Português a sério!

Notas:
1. Quaisquer grafias mais ou menos estranhas não são resultado do AO
mas sim eventual liberdade poética. O “douto poeta” é, obviamente,
António Aleixo.
2. Os versos são de autoria desconhecida, mas merecem Parabéns. "

Abílio
Assentis
2017-10-07 16:25
105.184.104.182  
Quem gostar de História tem esta semana uma óptima oportunidade de ficar a saber algo mais sobre o descobridor do Novo Mundo. Para tal deverá assistir à conferência que abaixo se indica:

" CONVITE

A ASSOCIAÇÃO CRISTÓVÃO COLON tem a honra de convidar V.Exa. e Exma. Família a assistir à Conferência

- A primeira viagem de Colon nas Américas
- O Diário de bordo e a realidade "in loco"

Por Walter Gameiro, Navegador Luso-americano, membro da ACC. "

---------------------------------- x --------------------------------------
Informa-se que esta Conferência realizar-se-á na próxima 5ª.feira, dia 12, pelas 17.15H no Palácio da Independência,
Largo de S. Domingos,
Lisboa.


Abílio Conde Vieira
Assentis
2017-10-07 15:46
105.184.104.182    

Todos os meus amigos sabem que nunca escondi detestar tudo aquilo que - bem ou mal - eu considere um atropelo à nossa Língua. No caso presente, tenhamos em conta que o texto - a meu ver muito válido - está escrito em brasileiro e não em português. Pelo que, respeitando-se, e tendo em conta o valor da mensagem, aqui se transcreve "inteirinho". Tal qual como há pouco foi recebido:



" Quando observamos da praia, um veleiro afastar-se da costa, navegando mar adentro, impulsionado pela força dos ventos, ele nos parece cada vez menor. De repente só podemos contemplar um pequeno ponto branco onde o mar e o céu se encontram. Quem observa o veleiro sumir no horizonte certamente exclamará ¨já se foi¨. Terá sumido? Evaporado?
Não certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.
Mas ele continua o mesmo. Talvez, no exacto instante em que alguém diz ¨se foi¨, haverá outras vozes, mais além, afirmar: ¨lá vem o veleiro¨.
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos ¨já se foi¨. O ser que amamos continua o mesmo. A sua capacidade mental não se perdeu, as suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado. Conserva o mesmo afecto que nutria por nós.
Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não necessita mais no outro lado. E é assim que, no mesmo instante em que dizemos ¨já se foi¨, no mais além, alguém dirá feliz ¨já está chegando¨. Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena. A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espectaculares, pois a natureza não dá saltos. Cada um leva a sua carga de vícios e virtudes, de afectos e desafectos, até que resolve por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de chegadas e partidas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direcção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajantes da imortalidade que somos todos nós.
- Texto recebido sem indicação da autoria. "

Abílio Conde Vieira
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2017-09-23 12:43
105.229.133.91    

Sou mais um daqueles que pensam que o actual presidente do SPORTING de vez em quando "se passa", como neste caso. Daí expor-se às consequentes críticas:

Emotion Picture by BdC
• Rui Cerdeira Branco
• 21.09.17
Ontem um amigo leão fez-me estremecer com três palavras "Ecografia Morfológica Live".
Não tendo a saúde permitido ir a Alvalade para o jogo com o Marítimo, ia-me passando ao lado o bónus oferecido aos adeptos que marcaram presença. Mas o absurdo era tamanho que acabei por apanhar com ele, apesar de me ter recusado a ver o emotion picture.
Deste então, estou-me a preparar psicologicamente para o próximo jogo em Alvalade. Aliás, para os próximos.
Uma ecografia morfológica já para a semana, no jogo contra o barça? Pode ser que o Messi se comova e a bota lhe trema?
Lá para diante, quando recebermos o Benfica, adivinho uma feliz coincidência natalícia no calendário? O primeiro parto em direto para 50.001? O Jonas marejado de lágrimas não encontrará a sua piscina?
E algures no meio desta patetice egocentrica e despropositada que parece estar a ficar descontrolada, temos o Sporting Clube de Portugal a tentar ser campeão.
Por mim ficava só mesmo com o caneco e com uma brutal festa para celebrar o jejum lá para finais de Maio. Nesse dia não faltarão voluntários para mudar as fraldas ao petiz se o casal emotion picture quiser desbundar à vontade, não seja por isso. Mas até lá... É assim tão difícil só oferecer futebol de primeira com o bilhete?

 
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