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Abílio Conde Vieira
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2019-12-18 16:15
105.184.194.162    

Acabo de receber, aqui vai:



Veja que interessante, a quantidade dos nossos antepassados:

Pais: 2
Avós: 4
Bisavós: 8
Trisavós: 16
Tetravós: 32
Pentavós: 64
Hexavós: 128
Heptavós: 256
Octavós: 512
Eneavós: 1024
Decavós: 2048
Num total de 11 gerações, 4096 ancestrais.
Isto tudo em, aproximadamente, 300 anos antes de nascermos!
Pare por um instante e pense!
De onde vieram?
Quantas lutas travaram?
Por quanta fome passaram?
Quantas guerras viveram?
Por quantas vicissitudes todos nossos antepassados sobreviveram?
Por outro lado, quanto amor, força, alegrias e estímulos nos legaram?
Quanto da sua força para sobreviver, cada um deles teve dentro de si para que, hoje, nós estejamos aqui, vivos?
Nós só existimos graças a tudo o que cada um deles passou.
Portanto, curve-se e reverencie os seus antepassados!
Tenha gratidão a todos os nossos ancestrais, pois, sem eles, cada um de nós não teria a felicidade de conhecer a VIDA!

Ribatejano
Torres Novas
2019-12-05 06:12
165.16.204.77    

A AMIZADE

" A vida na Terra é uma passagem. O amor uma miragem. Mas a amizade é um "fio de ouro" que só se quebra com a morte.
A infância passa, a juventude a segue, a velhice a substitui e a morte a recolhe.
A mais bela flor do Mundo perde a sua beleza, por efémera, mas uma amizade verdadeira dura para a eternidade.
Viver sem amigos é morrer sem deixar lembranças."
- Autor desconhecido.
Abílio
Assentis
2019-11-30 10:11
105.224.193.242    
Exactamente como acabei de receber:



" Adriano Moreira: "A maior ameaça atual é a incultura e a leviandade do Presidente dos EUA"


“Leiam o Bismark”. O pedido foi feito, na quinta-feira, 31, de manhã por Adriano Moreira na sala de conferências do Comité Olímpico de Portugal (COP) e todos ficaram em suspenso para saber a razão porque, na abertura de uma conferência sobre “Migrações, Desporto e Religiões”, o velho professor ia buscar a referência do “chanceler de ferro” que moldou a Alemanha, no século XIX, para o ajudar a traçar o retrato do mundo atual. A justificação foi dada logo de seguida, com uma citação do líder prussiano: “Uma simples leviandade pode provocar um desastre global”.
Estava desfeito o mistério. E, em simultâneo, o momento de alertar para as consequências do desabamento da estratégia do globalismo e dos grandes fluxos migratórios que prevê que possam intensificar-se por causa das alterações climáticas.
“A I Guerra Mundial começou, como sabemos, por causa de uma leviandade”, prosseguiu, recordando como uma ação que parecia de impacto limitado, como “o assassinato de um arquiduque” (o herdeiro da coroa do império Austro-Húngaro), fez dezenas de nações envolverem-se numa guerra sangrenta e global.
Para Adriano Moreira, o mundo está a viver uma situação semelhante e esses tempos, à mercê de uma qualquer “leviandade” que possa provocar o “desastre global” de Bismarck. Perante a plateia, no seu tom professoral, disse que existem, no planeta, “riscos de agressão armada no horizonte, que deviam estar a exigir ações preventivas”. Mas não esconde o desânimo nem muito menos o alarme quando precisa de identificar o perigo principal. Nesse momento, ergueu a voz e clamou: “A maior ameaça atual ao mundo é a incultura e a leviandade do Presidente dos EUA”. E, mais à frente, voltou a bater forte e feio em Donald Trump, criticando a desfaçatez com que este aplaudiu o facto de o Tribunal Penal Internacional se ter declarado incapaz de perseguir crimes de guerra e contra a humanidade por causa da recusa de colaboração dos estados. “E Trump classificou isso como uma vitória”, indignou-se… com a “leviandade”.

Apelo à “união dos utopistas”

Aos 97 anos, o professor de Ciência Política e de Relações Internacionais continua a manifestar uma vitalidade invejável e uma extraordinária lucidez e sabedoria na forma como olha para o mundo, cruzando referências, experiências e uma vivência ímpares. Apresentado pelo presidente do COP, José Manuel Constantino, como uma “autoridade moral”, Adriano Moreira foi o escolhido para abrir os trabalhos do seminário “Migrações, Desporto e Religiões”. E depois de Rui Pedro Garcia, catedrático da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, coorganizadora do encontro, o ter elogiado como “uma das pessoas mais cultas de Portugal”, Adriano Moreira deu uma autêntica “lição” de 30 minutos que prendeu a atenção de todos os presentes, que o aplaudiram demoradamente no final.
Na sua apresentação, em pé, o professor fez alertas, apresentou contextualizações, recordou o passado e pediu, repetidas vezes, para que o “nós” se sobreponha ao “eu”. Afirmou que a nova força do racismo “é um dos piores sinais do nosso tempo”, até porque representa um regresso a conceções de 1859 quando surgiram as primeiras teorias de que a “mestiçagem eram a causa da decadência das nações”, com as consequências que isso teve, nomeadamente no nazismo.
“Esse conceito reapareceu em força, nos últimos anos, com o drama das migrações e dos refugiados”, que veio também criar um novo conflito, nas sociedades europeias, entre os deveres de segurança e de humanidade. E não escondeu a sua indignação com a decisão de Itália de punir com 20 anos de prisão aqueles que tentam salvar as vidas dos refugiados que procuram desembarcar na Europa. “O Mediterrâneo das nossas glórias do passado foi transformado no cemitério dos abandonados do presente”, lamentou, num tom emotivo.
Para resolver o problema das migrações, Adriano Moreira só encontra uma solução: “O remédio é repor a ordem nos países de origem, para que as pessoas tenham um futuro, mas, mais urgente ainda, um presente com dignidade”.
Para alcançar esse objetivo, alertou, preconizo “a união de todos os utopistas”. Nesse sentido, e tendo presente o local onde se encontrava e o tema do encontro, Adriano Moreira afirmou que “o desporto é o grande instrumento para apagar as linhas vermelhas que dividem o mundo”. Considerou que o desporto é uma solução para a integração das comunidades, já que possui uma linguagem comum universal e a capacidade de aglutinar interesses. Lembrou, a propósito, que não foi por acaso que, na sua recente viagem a Moçambique, o Papa Francisco fez questão de evocar Eusébio, exatamente porque os seus feitos como desportista geraram sempre união e não divisão - foram, no fundo, um contributo para a construção da Terra como “casa comum dos homens”, o princípio central na origem das Nações Unidas, como tentativa de ordenar um mundo em paz, que Adriano Moreira considera que deveria ser o desiderato mais importante de qualquer líder.
Mas será que pode o desporto possuir mesmo as caraterísticas que possam mudar o mundo? Adriano Moreira não mostrou dúvidas a esse respeito: “O desporto é alegria e saúde, é paixão. Faz sonhar e isso é das melhores coisas da vida”, concluiu.

Este senhor, com a idade, vai tendo uma visão estratégica cada vez mais acutilante..... "

Ribatejano
Torres Novas
2019-11-17 11:35
105.225.166.126    
Do escritor Mia Couto:


" - “A triste geração que virou escrava” – Mia Couto
Maria Victória

“E a juventude vai escoando entre os dedos.
Era uma vez uma geração que se achava muito livre.
Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.
Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguer, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.
Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.
Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue.
Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.
Frequentou as melhores escolas.
Entrou nas melhores faculdades.
Passou no processo selectivo dos melhores estágios.
Foram efectivados. Ficaram orgulhosos, com razão.
E veio pós, especialização, mestrado, MBA.
Os diplomas foram subindo pelas paredes.

Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava.
Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45.
Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda.
Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.
Ninguém os podia deter.
A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.
O problema era que o auge estava cada vez mais longe.
A meta estava cada vez mais distante.
Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.
O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.

O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens.
Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona.
Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia.
Dava para voar bem alto.
Mas, sabe como é, né? Prioridades.
Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.
Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas.
Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.
Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.
Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.
Oscilavam entre o sim e o não.
Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim.
Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim.
Quer se destacar na equipe? Sim.

Mas para a vida, costumava ser não:
Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio era demasiado exigente.
Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.
Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.
Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez...
Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.
Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.
Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel *** pudessem fazer algum sentido.
Mas não dava mais tempo.
Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.
Era uma vez uma geração que se achava muito livre.
Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro...
Só não tinha controle do próprio tempo.


Só não via que os dias estavam passando.
Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bónus do final do ano não comprariam os anos de volta.”

Texto de Mia Couto
Texto revisto e corrigido.
Este mail não obedece, nem obedecerá a qualquer acordo ortográfico que seja um atentado à identidade de Portugal! "

Abílio Conde Vieira
Assentis
2019-10-06 12:51
105.225.83.9    
________________________________________

Não poderia deixar de aqui transcrever esta peça de humor alentejano que acabei de receber:


" É esta raça que ainda vai salvar o País...
H U M O R ! ! !



SERÁ A RAÇA DO ALENTEJANO QUE VAI SALVAR O PAÍS...?

Como é um alentejano?
É, assim, a modos que atravessado.
Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho...
E também não é bem judeu, nem bem cigano.
Como é que hei-de explicar?
É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão:
-Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
-dos pretos, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida;
-dos judeus, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas;
-dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos;
-dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós;
-dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto;
-dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.

O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada.
Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças.
Não é fácil fazer um alentejano.
Por isso, há tão poucos.
É certo que os judeus são o povo eleito de Deus.
Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus: nunca foram eleitos por ninguém, o que é o melhor certificado da sua qualidade.
Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa?
E já imaginaram o que seria o mundo governado por um alentejano?

Era um descanso! "

Abílio Conde Vieira
Assentis
2019-09-29 18:10
105.225.126.176    

Amigo e ex-colega de trabalho acaba de me enviar esta "prenda" ao que parece da autoria de VOLTAIRE.
Ei-la, sem tirar nem pôr, tal qual recebi:


" DE FRANÇOIS-MARIE AROUET, MAIS CONHECIDO PELO PSEUDÓNIMO VOLTAIRE.

Na vida, existem dois tipos de ladrões: o ladrão comum e o ladrão político:
1- O ladrão comum é aquele que rouba o seu dinheiro, a sua carteira,o seu relógio, o seu cavalo, etc.

2- O ladrão político é aquele que rouba o seu futuro, os seus sonhos, o seu conhecimento, o seu salário, a sua educação, a sua saúde, as suas forças, o seu sorriso, etc.

A grande diferença entre estes dois tipos de ladrões, é que o ladrão comum escolhe-o a si para roubar os seus bens.
Enquanto o ladrão político é você que o escolhe, para ele o roubar.

A outra grande diferença, não menos importante, é que o ladrão comum é procurado pela polícia. Enquanto o ladrão político é geralmente protegido pela polícia.

PENSE BEM ANTES DE ESCOLHER O “SEU“ LADRÃO... "

Ribatejano
Torres Novas
2019-09-27 18:09
105.184.104.161    

Carta de um Furriel ao Presidente da Republica SÃO ESTAS AS PALAVRAS, MAIS EM BAIXO, DE UM EX-COMBATENTE, DA GUERRA DO ULTRAMAR, O SR. CARLOS FERREIRA, EX-FURRIEL MILICIANO... "Há mais de seis meses, que enviei esta carta, ao Sr. Presidente da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa e sabem, qual foi a dita resposta, que tive? fou ZERO! Por tudo isto e por muito mais acredito, que perdemos o comboio, enquanto éramos novos e andamos a tratar, das nossas vidas particulares e agora, que todos temos mais tempo, é que, nos lembramos, que fomos combatentes. Ex.mo Sr. Presidente Permita-me, que o trate, sem grandes "salamaleques", mas cordialmente, como aliás V.Ex.a tem feito, para já, com todos os portugueses. Aproveite, ao máximo a oportunidade, que os seus compatriotas lhe deram, quando o elegeram, para "passear" cá dentro e até lá fora, divirta-se e cante, dance dê beijinhos a brancos, pretos, vermelhos e amarelos, vá assistir, ao final da "volta", aos jogos da selecção, á romaria da Sra da Agonia, ás Olimpíadas, no Brasil, aos festivais da Zambujeira do Mar e do Super Bock Super Rock, vá ver as cagarras das desertas e as gaivotas das Berlengas, desfile, no Sambódromo, veja o concerto da Mariza, no Meo Arena, os saltos para água, nas cataratas do Niagara, a peregrinação anual dos emigrantes a Fátina, a corrida de cangurus, no norte da Australia e vá á canonização de Madre Teresa, sabemos, pelo, que o sr., nos disse, embora, não acreditemos muito, que só quer permanecer 5 anos, em Belém, a ser assim, tem de aproveitar bem, o tempo, pois cinco anos passam depressa, para quem tanto preza o "folguedo", como diz o povo, que o elegeu, "GOZE Á GRANDE E Á FRANCESA", mas, POR FAVOR, QUANDO PUDER e aqui, é que está o
problema, pois, não sabemos, se alguma vez PODERÁ, pare um 1 dia (UM), ou até UMA HORA, que seja, para PENSAR, na situação de muitos daqueles, que em plena pujança, das suas vidas, quando poderiam decidir, que rumo dar ás suas carreiras profissionais, ou até, se deveriam, ou não casar, foram OBRIGADOS a "PARTIREM" rumo, ao desconhecido, para SERVIR A PÁTRIA e que hoje, com mais de 65 anos, estão esquecidos e botados, ao abandono, por TODOS os governos, pós 25 de Abril, os mesmos governos, que TODOS OS DIAS assistem, com POMPA E CIRCUNSTÂNCIA, á chegada, ou a partida de meia-dúzia de profissionais, ou de (mercenários), que servem, em zonas de guerrilha, no planeta e que "voluntariamente", se oferecem, para outras "comissões", num vai-vem patriótico, ou de dólares e que até têm "por lá e no Natal," a visita "consoladora" de um sr. ministro, ou de um secretário de estado qualquer! Tudo, o que esta democracia inventada, em Abril de 1974 conseguiu, até agora, para "compensar", os milhares de jovens "atirados", para a guerra do ultramar, foi atribuir-lhes uma certa ESMOLA ANUAL, (sómente uma vez, por ano), de 150 €, aos que estiveram, em zonas de "conflito", já que a maioria recebe apenas 75 €, ou mesmo 50 € e REPITO, uma vez por Ano, de certeza absoluta, que a maioria dos portugueses, não sabe disto! Ó Sr. Presidente, o dinheiro, que o estado despende, NUM ANO, com estes combatentes, que "ainda estão Vivos" e que são cada vez menos, se calhar, é inferior; ao que o sr. gasta, em dois dias, com a sua "pandilha de lateiros", quando vai de "negócios", á grande muralha da China, a New York, ás pirâmides de Gizé, a Paris, ou a Matchu Picchu, isto, já para não falar, nos milhares de subsídios atribuídos a umas etnias e outras tantas gentes, para não "mexerem uma única palha" e 150 €, por ano, só para falar, nos, que como eu, têm esta pensão "máxima", dá 41 cêntimos, POR DIA, o que significa, ter-mos de pedir "algum" emprestado, se nos apetecer tomar UM café, tudo isto, caro sr. Presidente, são histórias, que V.Exa bem conhece e sobre as quais PEÇO P.F., se debruce, já que TODOS os seus antecessores, se estiveram pura e simplesmente MARIMBANDO, para elas, dada a nossa idade, como disse, somos cada vez menos e chegará o dia, em que, já não
"pesaremos", porque deixamos de existir! Não lhe venho pedir, qualquer tipo de condecoração, ou comenda, essas deixo-as, para os atletas pagos a peso de ouro, ou para empresários, políticos e ex-ministros, de reputação "Muito Duvidosa", será, que já, é pedir de mais, para atribuir um subsídio mensal, de Pelo menos 100 €, a todos os ex-combatentes, que vivem, no limiar da pobreza, com pensões de reforma abaixo dos 500 € e que tudo DERAM, ao País? Sr. Presidente havia muitas personagens, de vários quadrantes políticos, o apelidavam há bem pouco tempo de o sr ser um fala-barato, não votei em si, mas reconheço a sua simpatia e o seu esforço, para tentar agradar a gregos e troianos, o sr., é o Presidente de Todos os portugueses, chefe supremo das forças armadas e figura Máxima do nosso País, a exemplo de outros países e outros presidentes, é TEMPO de puxar dos galões e "AJUDAR", quem tudo á Pátria Deu, ATÉ DEU A SUA VIDA, um país, sem memória, é um país morto. Carlos Ferreira, Furriel Miliciano, com 37 meses, ao serviço da sua amada Pátria e 13 meses, na metrópole (Portugal), 24 meses, na então Província Portuguesa de Moçambique. P.S. Peço a quem ler esta mensagem, ex combatentes, ou não e que estejam de acordo, quanto, ao seu conteúdo, o favor de a partilharem, com os vossos amigos e conhecidos, "muito Obrigado."
Ribatejano
Torres Novas
2019-09-25 16:55
105.225.165.231    
Transcrição:

"HISTÓRIA
O azar do museu Salazar /premium
• P. Gonçalo Portocarrero de Almada
21/9/2019

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A ignorância e o fanatismo, que estão na origem dos totalitarismos, combatem-se com a verdade e o conhecimento. A ditadura não se vence com a ignorância, mas com a ciência.
Para azar do ‘museu Salazar’, Portugal é um dos poucos países europeus governado por uma ‘geringonça’, de que fazem parte dois partidos marxistas: o PCP e o Bloco de Esquerda. Foi o primeiro que propôs, no passado dia 11, um voto contra a “criação de um ‘museu’ dedicado à memória do ditador Oliveira Salazar em Santa Comba Dão. Independentemente da sua designação, considerando essa criação uma afronta à democracia, aos valores democráticos consagrados na Constituição da República e uma ofensa à memória das vítimas da ditadura”. A moção foi aprovada com os votos da ‘geringonça’ – PCP, BE e PS – e a abstenção do PSD e do CDS.
Só faz sentido um museu se houver um conjunto de bens a conservar. Por isso, a primeira questão a colocar é: António de Oliveira Salazar tinha bens pessoais que seja do interesse nacional preservar? Não consta. Como escreveu António Barreto, é sabida “a ausência de objectos interessantes. A maior parte do acervo do ditador ficou nos arquivos da Presidência do Conselho de Ministros (…). Tal documentação, de grande valor, habita hoje, e muito bem, a Torre do Tombo” (Público, 1-9-2019). Ora, a resposta negativa a esta questão faz irrelevante a pergunta se Salazar merece, ou não, um museu.
Como aqui já foi recordado por Helena Matos (O lugar do morto, 15-9-19), se alguma ideia está ligada à memória de Salazar é, precisamente, a da sua proverbial pobreza, que os seus mais acérrimos devotos cultivam, enquanto os seus inimigos e detractores apelidam de provinciana tacanhice. Para a história ficou a caricatura do todo-poderoso presidente do conselho, recluído na sua residência oficial, com uma manta sobre os joelhos e um par de botas. Ora, sem ofensa para a sua memória, ou para a indústria do calçado nacional, isto é poucochinho para um museu.
Quere-se, com isto, dizer que Salazar não teve importância na história recente de Portugal?! Claro que não, pois todos, também os que mais o odeiam, reconhecem que foi uma figura marcante do século XX português. Com certeza que se justifica o estudo do seu pensamento e acção política, sobretudo por quem, pondo de lado as paixões que o seu nome ainda suscita, seja capaz de fazer uma análise objectiva da sua governação.
Mas, uma entidade evocativa do ditador, na sua terra natal, não se converterá numa sua homenagem, ou até num incentivo ao culto da sua personalidade e ideário político?! O Marquês de Pombal não foi menos déspota e, não obstante, a primeira república, supostamente democrática, erigiu-lhe o maior monumento da capital. A edificação da estátua teve, como presidente da comissão executiva, o então grão-mestre da maçonaria, Sebastião de Magalhães Lima, o que explica que se cite, num lateral do pedestal, como principal “reforma político-social” de Pombal, “a expulsão dos jesuítas”, que a primeira república repetiu. Curiosamente, a estátua foi erigida onde termina a Avenida da Liberdade e já se divisa, não muito longe, a penitenciária de Lisboa …
Se a primeira república levantou um tão grandioso monumento a um ditador, primeiro-ministro de um monarca absoluto, sem que um tal acontecimento tenha ofendido o seu ideário, a terceira república também poderia, pelo menos em tese, tolerar a existência de uma instituição – não laudatória, mas histórica – relativa a um outro ditador, este por sinal da segunda república, sem que a sua criação constitua “uma afronta à democracia, aos valores democráticos consagrados na Constituição da República e uma ofensa à memória das vítimas da ditadura”.
Irene Flunser Pimentel (Expresso, 24-8-2019), apesar de ser, em princípio, contra um centro interpretativo do Estado Novo em Santa Comba Dão, não exclui a hipótese de um museu da ditadura, desde que apresente “a ideologia iliberal [sic], anticomunista e corporativista de Salazar” e insira “o seu pensamento e a sua ação no contexto ditatorial europeu dos anos 20 a 40 do século XX”, ou seja – digo eu – das ditaduras fascista, nacional-socialista e comunista. “Também não podem estar ausentes o retrato da sociedade portuguesa, elitista e hierarquizada, com ausência de mobilidade social e profundas desigualdades”. Aí deve ser desmistificada “a política financeira de Salazar”, e não se deve deixar de “mostrar a miséria dos trabalhadores, camponeses e assalariados rurais”, nem a “emigração clandestina”, nem a guerra colonial, nem “a sua política educativa, social e de saúde”, nem de “referir os números do analfabetismo e da mortalidade infantil”. Segundo esta historiadora, também não se podem esquecer “as suas várias instituições, da repressiva à censória, nem a corrupção e os escândalos abafados como o dos Ballet Rose”. Portanto, museu sim, mas com todas estas referências … ou seja, mais do que um museu, propõe-se uma autêntica enciclopédia!
O Estado Novo não pode deixar de ser referido na história de Portugal, como também o fascismo, o nacional-socialismo e o comunismo não podem ser apagados da história recente da Itália, da Alemanha e da Rússia, respectivamente. Auschwitz não foi destruído, porque é importante preservar a sua memória. A principal arma contra a ignorância e o fanatismo totalitário não é a ocultação da verdade, mas o conhecimento.
A historiografia marxista manipula a verdade em função das suas conveniências ideológicas: são conhecidas as diversas versões de uma famosa fotografia de Lenine, discursando num comício, em que os seus correligionários, à medida em que caíam em desgraça, eram apagados… Para a Igreja, pelo contrário, a verdade, que é Cristo, deve prevalecer sempre e, por isso, foi particularmente grave o encobrimento dos casos de pedofilia. Mas esta atitude foi apenas uma deplorável excepção à regra vivida desde os primórdios do Cristianismo: os primeiros fiéis não omitiram que o traidor, Judas Iscariotes, era um dos doze; nem que Pedro, o primeiro Papa, negou três vezes o Mestre; nem que Cristo foi crucificado entre dois ladrões; nem que o apóstolo Tomé não acreditou, de início, na ressurreição de Jesus; nem que Maria Madalena estava possessa de sete demónios; nem que S. Paulo colaborou no assassinato de Santo Estêvão…
A Igreja, como Cristo, existe para dar testemunho da verdade (Jo 18, 37), porque só a verdade liberta (Jo 8, 32). A ditadura, seja fascista ou comunista, não se vence com a ignorância, mas com a ciência. Como escreveu Manuel Carvalho, no editorial do Público de 12-9-2019, “numa democracia, o combate aos resquícios de uma ditadura como a do salazarismo não se faz com condenações proibicionistas; faz-se com o conhecimento da História. É também para isso que servem os museus”. "

Ribatejano
Torres Novas
2019-09-25 16:25
105.225.165.231    

"Substituir carne por peixe (ou por vegetais), sem saber de que sistemas de produção (e de que ciência) estamos a falar é completamente vazio do ponto de vista da sustentabilidade ambiental.
“A carne de vaca será substituída “por outros nutrientes que irão ser estudados, mas que será também uma forma de diminuir aquela que é a fonte de maior produção de CO2 que existe ao nível da produção de carne animal”.”
“”A regra agora é que todos os jantares oficiais têm peixe, porque temos o melhor peixe do mundo”.
Nestes dois casos, o da Universidade de Coimbra, em cima, e o do Governo, em baixo, parece que há quem acredite que a carne (só a de vaca, no primeiro caso, toda a carne, no segundo) deve ser banida da nossa alimentação.
Só que, mesmo tratando-se do reitor da Universidade de Coimbra e do primeiro-ministro, estas duas decisões estão mais ligadas ao pensamento mágico do que ao pensamento científico.
Se o Senhor Reitor tivesse dito que iria avaliar o impacto das opções alimentares nas cantinas e iria alterá-las no sentido de obter este ou aquele objectivo, eu seria com certeza um entusiástico apoiante da medida.
Se mesmo antes de avaliar dissesse que lhe parecia possível reduzir o consumo de carne e de lacticínios, de alimentos processados, de alimentos congelados e aumentar o peso dos alimentos frescos provenientes de cadeias curtas de comercialização e curtas distâncias, eu seria um entusiástico apoiante da medida.
Se, mais que isso, o Senhor Reitor se tivesse referido ao contributo que queria dar à gestão dos fogos e da paisagem em Portugal, contratualizando compras de produtos provenientes de produtores cuja actividade contribui para a gestão de combustíveis, eu acharia fantástico.
Se o Senhor Reitor dissesse que queria contribuir para aumentar a viabilidade do Rebanho da Serra do Rabadão, da Quinta Lógica, da Terra Chã, da Terra Maronesa (sim, são vacas, senhor, mas são vacas em produção extensiva, que pastam parcialmente em pastagens pobres, que gerem combustíveis nas serras, contribuem para a conservação do lobo e outros elementos da diversidade biológica), eu então entraria em delírio com o Senhor Reitor.
É verdade que a produção intensiva de carne é grandemente insustentável e há muitas vantagens em diminuirmos o seu consumo.
Mas também é verdade que das coisas mais impressionantes em toda esta discussão sobre o consumo de carne e da sua produção é a extensão da ignorância básica sobre os processos naturais, e sobre a forma como milhares de anos de experiência em agricultura e pecuária os manipulam e usam para satisfação das necessidades das comunidades humanas.
Na militância vegetariana e vegan campeiam mitos sobre a gestão do mundo rural, acreditando-se que os animais não fazem falta nenhuma nos sistemas de produção que nos alimentam.
Com frequência defende-se que a reposição da fertilidade dos solos e a recuperação de solos degradados (com o consequente aumento do stock de carbono) se pode fazer prescindindo dos animais, apontando-se a compostagem como alternativa.
A verdadeira alternativa, no entanto, foi a descoberta da síntese da amónia industrial, isto é, a possibilidade de obter fertilidade numa fábrica a partir da atmosfera e energia (compostos azotados, o fósforo fia mais fino), isto é, a produção agrícola que prescinde da integração com a produção animal apenas sobrevive a partir de adubos de síntese, o que convenhamos que usando critérios de sustentabilidade, não se pode dizer que seja uma alternativa evidente.
A ideia de que existem lixos orgânicos suficientes para repor a fertilidade dos solos produtivos (a agricultura é, por definição, exportadora de nutrientes, para já não falar da perda de matéria orgânica e estrutura dos solos provocada pelas lavouras), esquece que a acumulação de lixos orgânicos em grandes cidades resulta de processos produtivos noutro lado qualquer.
Para que exista acumulação de lixos orgânicos é preciso que se tenham produzido as matérias-primas dos processos produtivos que levam o produto ao cliente final, cujos desperdícios dão origem à tal acumulação de matéria orgânica nas grandes cidades. E nesse fluxo há enormes ineficiências.
Depois de produzido os lixos seria preciso compostá-los e voltar a devolvê-los aos solos onde fazem falta, processo em que volta a haver ineficiências enormes.
Claro que se pode dizer que ao nível da exploração se pode fazer isto com cadeias curtas. Mas isso significa ter enormes extensões não produtivas, com a única função de produzir material para compostagem. Se o produtor não for burro, vai produzir nos melhores solos e deixa para esta função as terras marginais, que produzem uma vegetação com enormes teores de lenhina, dificultando os processos de compostagem.
O que os nossos ancestrais perceberam rapidamente, porque a vida deles dependia de facto do que conseguiam produzir em cada ano, é que este processo pode ser enormemente encurtado usando as características dos animais, que se deslocam sozinhos (primeiro ponto importante), que fazem uma selecção da vegetação muitíssimo eficaz (deixam lá a lenhina e escolhem as partes tenras da vegetação) e que ainda aumentam a velocidade de degradação dos tecidos vegetais com os seus sistemas digestivos, devolvendo-nos estrumes e chorumes quase prontos a ser usados, em muito menos tempo e com muito menos trabalho que o necessário para obter os mesmos nutrientes por via da compostagem.
E depois, de tempos a tempos, usavam o fogo para degradar rapidamente a lenhina, disponibilizar nutrientes rapidamente às plantas e renovar a pastagem, recomeçando o ciclo.
E de caminho os animais produzem carne, leite, queijo, pele, cornos, lã, etc..
Cavalgar a ideia infantil de que se pode prescindir da produção animal para obter os alimentos e fibras de precisamos não é levar a sério a necessidade de adoptarmos medidas de adaptação às alterações climáticas, é mesmo ignorância militante que nos impede de reconhecer a importância da função coproiética dos rebanhos.
Acresce que este governo é o mesmo que lançou – e bem – um programa que paga a pastores para que os seus rebanhos controlem matos para resolver o problema dos fogos. Mas ao mesmo tempo o senhor primeiro-ministro defende um boicote ao consumo de carne, seja ela qual for, em vez de usar os mercados públicos para dar viabilidade aos modelos de produção extensivos.
Há mais de dez anos que este é um dos meus temas constantes de trabalho, e há mais de dez anos que trabalho com o Chef António Alexandre a relação entre cozinha e gestão do território, e em grande parte desse tempo a ideia foi reforçada com Luís Jordão.
Substituir carne por peixe (ou por vegetais), sem saber de que sistemas de produção estamos a falar é completamente vazio do ponto de vista da sustentabilidade ambiental.
Se o governo, as universidades, os hospitais, os centros de dia, os quarteis, as escolas, as câmaras quiserem verdadeiramente usar os mercados públicos a favor de políticas de adaptação climática, eu só poderei estar de acordo.
Mas isso faz-se servindo papas de milho com abóbora, feijão, couves e desfiado de novilho assado, por exemplo, porque a primeira opção das refeições que pretendam contribuir para a adaptação climática é mesmo a frugalidade e a diversidade, não é decidindo sobre produtos, sem consideração pelo processos de produção.
Adoptar uma cozinha frugal, assente num território que é preciso viabilizar, reabilitando pratos tradicionais ou criando outros contemporâneos, sem carne ou com muito pouca carne proveniente de sistemas de produção extensivos, faria muito mais pela adaptação climática que simplesmente banir o consumo de carne — muito menos substituindo carne por peixe de que não sabemos a proveniência, pescado com que métodos, conservado de que forma e, sobretudo, em que quantidades vai ser servido.
Se se quiser usar um desfiado de cabrito ou borrego, como fez António Alexandre numa das oficinas em que tentámos dar a conhecer outras maneiras de comer cabrito ou anho, em menos quantidade e aproveitando restos, enriquecendo a base de vegetais do prato, estar-se-á a contribuir para paisagens mais bem geridas, podendo-se facilmente compensar as diferenças de preço da carne produzida em sistemas extensivos com a redução das quantidades consumidas.
Assim, caro Senhor Reitor, tenho a agradecer-lhe chamar a atenção para a importância dos mercados públicos para as políticas ambientais e de gestão do território, mas tenho pena, francamente pena, que a vontade de surfar a onda de tanta gente mal informada o tenha levado a pôr a Universidade de Coimbra na posição de um agente pouco sofisticado e ignorante, ignorando, por exemplo, o bom exemplo do Instituto Politécnico de Bragança, que nas suas cantinas apenas serve carne de vaca mirandesa com Denominação de Origem Protegida.
A minha sugestão é simples: prepare uma decisão com cabeça tronco e membros, avalie o que realmente quer fazer, saiba que alternativas vai querer usar, e ponha o assunto em discussão pública.
Do ponto de vista da sensibilização o processo seria muito mais produtivo e a Universidade cumpriria a sua função de dignificar a ciência acima do senso comum.
Ganhávamos todos.
o de dignificar a ciência acima do senso comum.
Ganhávamos todos. "
Ribatejano
Torres Novas
2019-08-18 19:47
105.184.198.163    

"A vida é como um livro. Cada dia uma página nova, cada hora uma vírgula. Mas nem o lápis pode escrever o futuro nem a borracha pode apagar o passado.
De repente chega um momento em que Deus nos tira o lápis e escreve FIM !
Por esse motivo, aproveite bem o hoje, pois cada momento é único. O passado não volta e o futuro pode não chegar.
Não desperdice o tempo com mágoas e brigas. Busque a felicidade. Simplesmente viva e tente ser feliz. "

- Autor desconhecido.
 
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