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Abílio Conde Vieira
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2019-07-22 19:33
105.225.83.144    

Como acabei de receber, transcrevo, sem comentar. Pena as fotografias não poderem acompanhar esta transcrição:


"PORTUGAL ESQUECEU-SE DE NÓS" - CAMPEÕES DO MUNDO DE HÓQUEI EM ESPANHA HÁ 59 ANOS

Hoquistas portugueses recordam vitória na final em Espanha há 59 anos
Amadeu Bouçós e Francisco Velasco marcaram no triunfo sobre a Espanha na célebre final de 1960.

Os campeões do mundo de hóquei em patins de 1960, na primeira vez que Portugal venceu um mundial da modalidade em Espanha, revelaram-se "esquecidos" por não terem sido também lembrados pela efeméride durante o recente Barcelona2019.
"Nem sequer falaram de nós e nós fomos a equipa considerada a melhor de todos os tempos. Nem sequer falaram nisso. Falaram nos primeiros, Jesus Correia e Correia dos Santos, que foram de facto fantásticos também, mas nós também marcámos uma época e ganhámos a primeira vez em Espanha (1960, em Madrid) e nem falaram neste campeonato do mundo sobre isso", sublinhou à agência Lusa Amadeu Bouçós.
Amadeu Bouçós, 84 anos, e Francisco Velasco, 85, juntamente com Fernando Adrião, já falecido, marcaram os três golos na "inédita" vitória por 3-1 frente à Espanha, na final da 14.ª edição do Campeonato do Mundo, disputado em 1960, que se realizou em Madrid.
No recente Campeonato do Mundo de hóquei em patins, em Barcelona, a Federação Portuguesa de Patinagem homenageou António Livramento, ex-avançado português que também jogou na seleção nacional com Moreira, Bouçós, Velasco e Fernando Adrião - o "Pelé do hóquei",
como foi considerado na Argentina.
"Ele (Livramento) estreou-se comigo a jogar no Chile. E digo-lhe mais, no dia em que ele se estreou e ganhámos o campeonato do mundo, para mim, foi das melhores exibições do Livramento, porque depois ele tornou-se individualista, mas foi um grande jogador", afirmou Bouçós.
O antigo hoquista luso-moçambicano adiantou: "Acho piada esquecerem o Adrião, que foi considerado o melhor jogador do mundo. O Livramento merece ser louvado, mas nós tivemos um papel muito importante (na modalidade nacional)."
"Poderiam ter falado naquela equipa que foi seis anos campeã do mundo, seis anos campeã da Europa, ganhámos tudo e nunca empatámos um jogo, ganhámos todos os jogos e não falaram sequer nisso. Ou perderam os aquivos?", vincou Amadeu Bouçós.
Hoje, aos 85 anos, Francisco Velasco lembra também que esteve "cinco anos na seleção nacional" e não perdeu um torneio: "Nós ganhámos tudo quanto havia para ganhar e, agora, se as pessoas querem esquecer isso, estão a esquecer um dos períodos mais gloriosos do hóquei em patins (nacional português)."
"Costumo dizer que quando alguém tira alguma coisa, tira o lugar onde vive. Tiraram-nos a terra, tiraram-nos a cidade, tiraram-nos o recinto e a estação, tiraram-nos os amigos, ficámos sem nada", rematou Amadeu Bouçós, referindo-se a Moçambique: "Essa minha terra."

Francesco Sinibaldi
2019-07-21 13:06
79.34.211.123    
Una emoción perpetua.
( other version )

Después de
la tarde intenso
y constante regresa
el sonido del viento
impetuoso que
mueve las hojas
dejando en los
campos la nueva
tristeza del silencio
perdido...

Francesco Sinibaldi
Ribatejano
Torres Novas
2019-07-07 07:12
105.227.22.168    

AO ACASO.

"Sou...(fulano)...
Venho do Café Nicola
E irei para o outro mundo
Se disparares a pistola. "

Resposta pronta de Bocage quando saía de um Café e foi confrontado por alguém que lhe apontava uma pistola:
"Quem és, donde vens e para onde vais".

Abílio Conde Vieira
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2019-07-01 20:40
105.184.77.175    

Importante não esquecer:

QUANDO UM CEGO TEM A SUA BENGALA COM FITAS DE COR VERMELHA, SIGNIFICA QUE ALÉM DE TER DIFICULDADES VISIUAIS TEM TAMBÉM PROBLEMAS AUDITIVOS.
ana ouro
Torres Novas
2019-06-14 23:24
95.92.181.127  
O Advogado Helder Fráguas, com a sua experiência de Juiz, é mesmo assim.
Quem não é cliente do Fráguas, é atacado por ele. Quem lhe paga e contrata-o como advogado, ele defende, seja assassino, traficante, burlão, e quando é absolvido de homicídio, tráfico ou burla, ainda pede uma indemnização
Ribatejano
Torres Novas
2019-05-21 18:20
105.224.193.169    


No século XVII, época do Barroco, os artistas eram dados a estes jogos.
Às vezes até se ficavam pelos trocadilhos, não curando dos assuntos.
Mas este tem assunto bem recheado de saber.
Soneto, obra-prima do trocadilho, escrito no séc. XVII por Frei António das Chagas (António Fonseca Soares).

CONTA E TEMPO

Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta,
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero fazer conta, e não há tempo.

Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em fazer conta!

Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta,
Chorarão, como eu, o não ter tempo...

Abílio Conde Vieira
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2019-05-08 20:50
105.227.204.13    

UMA SUPOSTA CARTA DA AUTORIA DE EINSTEIN CUJO MITO IMPORTA DESFAZER.

Há uma semana transcrevi para este site um texto onde se dizia ser parte de uma carta de Einstein. Alguns dias decorridos fui avisado por dois amigos meus de que era falsa a afirmação sobre o autor dessa pretensa carta, pois a mesma não fora escrita pelo famoso cientista. Porque acima de tudo importa que a VERDADE se sobreponha à mentira, segue um detalhado esclarecimento nesse sentido que um desses dois amigos fez o favor de me enviar depois de haver efectuado uma válida pesquisa sobre este caso.
Eis esse esclarecimento:

" A Internet e as redes sociais aumentaram os poderes de falsificadores; as novas tecnologias têm-lhes dado uma maior visibilidade.
Assim como tropeçamos ingenuamente num texto que considera as crianças “um dom de Deus” com a assinatura do ateu José Saramago, fartamo-nos de ver legitimadas ideias atribuídas falsamante a Albert Einstein.
São montes de textos seus apócrifos!
...um deles é uma suposta carta de Einstein a sua filha Lieserl.
O jovem casal - Albert e Mileva - passeava pela romântica região do Lago de Como, no Norte da Itália, durante as férias. Quando cada um voltou para suas casas, ela estava grávida. O rapaz enfrentava dois grandes dilemas. A família era contra o namoro. E estava prestes a, finalmente, conseguir um bom emprego no escritório de patentes em Berna, Suíça. Na sociedade da época, ele simplesmente não poderia aparecer ao lado de uma grávida, quanto mais viver com ela. A garota, uma esforçada estudante de física, buscou socorro nos pais, na Sérvia. O rapaz escondeu o facto da família e conseguiu o emprego. Anos depois, Albert Einstein e Mileva Maric casaram-se.
Mas o destino de Lieserl, nascida no começo de 1902, transformou-se no maior mistério da biografia do físico. As informações sobre a menina estavam num pequeno lote de correspondência trocada entre Einstein e Mileva, que permaneceu escondido e só veio a público em 1986, quando John Stachel, do Einstein Papers Project, encontrou 400 cartas familiares num cofre de banco na Califórnia, entre documentos do filho do físico, Hans Albert. A primeira mulher de Hans achou o pacote no apartamento que Mileva manteve em Zurique até morrer, em 1948.
Einstein estava apaixonado pela namorada e falava sobre a criança - uma das suas recomendações era que ela não bebesse leite de vaca, "pois isso poderá torná-la estúpida"-. Na carta em que cita o nascimento, pergunta como era a menina, se era careca e com quem se parecia. "Eu amo-a tanto, e nem a conheço ainda." Nunca chegou a conhecê-la. Segundo Walter Isaacson, autor de "Einstein, Sua Vida, Seu Universo", só existe uma pista, na correspondência dos dois, sobre o destino de Lieserl. "Há uma indicação cifrada de que a responsável pela custódia tenha sido uma amiga íntima de Mileva, Helene Savic", regista Isaacson. Numa outra carta Einstein diz em forma de consolo a Mileva que ele lhe dará uma OUTRA Lieserl.
Outra pista sobre o destino de Lieserl, é citada por Michele Zackheim na obra "Lieserl, Einstein,s Daugther" No livro, a autora afirma que a criança foi criada pela família da mãe e morreu por escarlatina em Setembro de 1903. Robert Schulmann, também do Einstein Papers Project, cita que Lieserl realmente foi adoptada por Helene Savic, amiga íntima de Mileva, criando-a com o nome de Zorka. A criança era cega desde a infância e morreu ainda na década de 1900.
Ora bem:
A atribuição da carta a Einstein é falsa bem como falsa é outra notícia que circula na net de que no final dos anos 80, Lieserl [que morreu em criança] doou 1.400 cartas escritas por Einstein à Universidade Hebrea (provavelmente a Hebrew University of Jerusalem), com o pedido de torná-las públicas depois de duas décadas da morte dele.
Essa carta seria, supostamente, uma delas.
Obs:
O pior é ninguém se importar com mensagens falsas, nem se uma história é verdadeira ou falsa … alega-se que “o importante é a mensagem”…
faz reflectir se mensagens belas devem precisar de histórias falsas para serem divulgadas…
se mensagens belas justificam a invenção de tantas histórias falsas… "
Abílio Conde Vieira
Assentis
2019-05-01 18:05
105.225.23.236    


FRAGMENTO DA ÚLTIMA CARTA DE EINSTEIN À SUA FILHA LIESERL


" O AMOR…
Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam, e o que te revelarei agora para que o transmitas à humanidade, também chocará contra a incompreensão e os preconceitos do mundo.
Peço-te mesmo assim, que o guardes o tempo todo que seja necessário, anos, décadas, até que a sociedade haja avançado o suficiente para acolher o que te explico a seguir.
Existe uma força extremamente poderosa para a qual a ciência não encontrou ainda uma explicação formal.
É uma força que inclui e governa todas as outras, e que está inclusa dentro de qualquer fenómeno que actua no universo e que ainda não foi identificada por nós.
Essa força universal é o Amor.
Quando os cientistas buscam uma teoria unificada do universo, esquecem a mais invisível e poderosa das forças.
O amor é luz, já que ilumina quem o dá e o recebe.
O amor é gravidade porque faz com que umas pessoas sejam atraídas por outras.
O amor é potência, porque multiplica o melhor que temos e permite que a humanidade não se extinga no seu egoísmo cego.
O amor revela e desvela. Por amor se vive e se morre.
Essa força explica tudo e dá sentido em maiúscula à vida.
Esta é a variável que temos evitado durante tempo demais, talvez porque o amor nos dá medo, já que é a única energia do universo que o ser humano não aprendeu a manobrar segundo seu bel-prazer.
Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Se no lugar de E=mc² aceitarmos que a energia necessária para sanar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limite.
Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.
Se quisermos que a nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e que cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.
Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, um artefacto bastante potente para destruir todo o ódio, o egoísmo e a avareza que assolam o planeta.
Porém, cada indivíduo leva no seu Interior um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser libertada.
Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.
Lamento profundamente não ter sabido expressar o que abriga meu coração, que há batido silenciosamente por ti toda a minha vida.
Talvez seja tarde demais para pedir-te perdão, mas como o tempo é relativo, preciso dizer-te que te amo e que graças a ti, cheguei à ultima resposta.
Teu pai,
Albert Einstein. "

Abílio Conde Vieira
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2019-04-09 20:23
105.225.166.98    
Transcrevo tal qual como acabei de receber:



" Do Mural de Lourdes dos Anjos:
Quando os meninos me pediam "papel macio pró c u e roupa boa prá gente"…Um dos textos que mais me custou a escrever e por isso tem mais lágrimas do que palavras.
Estávamos ainda no século XX, no longínquo ano de 1968, quando a vida me deu oportunidade de cumprir um dos meus sonhos: ser professora. Dei comigo numa escola masculina, ali muito pertinho do rio Douro, na primeira freguesia de Penafiel, no lugar de Rio Mau.Era tão longe, da minha rua do Bonfim, não podia vir para casa no final do dia, não tinha a minha gente, e eu era uma menina da cidade com algum mimo, muitas rosas na alma, e tinha apenas 18 anos. Nada me fazia pensar que tanta esperança e tanta alegria me trariam tanta vida e tantas lágrimas. Os meninos afinal eram homens com calos nas mãos, pés descalços e um pedaço de broa no bolso das calças remendadas.
As meninas eram mulheres de tranças feitas ao domingo de manhã antes da missa, de saias de cotim, braços cansados de dar colo aos irmãos mais novos, e de rodilha na cabeça para aguentar o peso dos alguidares de roupa para lavar no rio ou dos molhos de erva para alimentar o gado.
As mães eram mulheres sobretudo boas parideiras, gente que trabalhava de sol a sol e esperava a sorte de alguém levar uma das suas cachopas para a cidade, “servir” para casa de gente de posses. Seria menos uma malga de caldo para encher e uns tostões que chegavam pelo correio, no final de cada mês.
Os homens eram mineiros no Pejão, traziam horas de sono por cumprir, serviam-se da mulher pela madrugada, mesmo que fosse no aido das vacas enquanto os filhos dormiam (quatro em cada enxerga), cultivavam as leiras que tinham ao redor da casa, ou perto do rio e nos dias de invernia, entre um jogo de sueca e duas malgas de vinho que na venda fiavam até receberem a féria, conseguiam dar ao seu dia mais que as 24 horas que realmente ele tinha. Filhos, eram coisas de mães e quando corriam pró torto era o cinto das calças do pai que “inducava” … e a mãe também “provava da isca” para não dizer amém com eles…E os filhos faziam-se gente.
E era uma festa quando começavam a ler as letras gordas dum velho pedaço de jornal pendurado no prego da cagadeira da casa…o menino já lia.. ai que ele é tão fino… se deus quiser, vai ser um homem e ter uma profissão!
Ai como a escola e a professora eram coisas tão importantes!
A escola que ia até aos mais remotos lugares, ao encontro das crianças que afinal até nem tinham nascido crianças…eram apenas mais braços para trabalhar, mais futuro para os pais em fim de vida, mais gente para desbravar os socalcos do Douro, mais vozes para cantar em tempo de colheitas.
E os meninos ensinaram-me a ser gente, a lutar por eles, a amanhar a lampreia, a grelhar o sável nas pedras do rio aquecidas pelas brasas, a rir de pequenas coisas, a sonhar com um país diferente, a saber que ler e escrever e pensar não é coisa para ricos mas para todos, para todos.
E por lá vivi e cresci durante três anos e por lá fiz amigos e por lá semeei algumas flores que trazia na alma inquieta de jovem que julgava conseguir fazer um mundo menos desigual.
E foi o padre António Augusto Vasconcelos, de Rio Mau, Sebolido, Penafiel, que me foi casar ao mosteiro de Leça do Balio no ano de 1971 e aí me entregou um envelope com mil oitocentos e três escudos (o meu ordenado mensal) como prenda de casamento conseguida entre todos os meus alunos mais as colegas da escola mais as senhoras da Casa do Outeiro. E foi na igreja de Sebolido que baptizou o meu filho, no dia 1 de janeiro de 1973.
E é deste povo que tenho saudades. O povo que lutou sem armas, que voou sem asas, que escreveu páginas de Portugal sem saber as letras do seu próprio nome.
Hoje, o povo navega na internet, sabe a marca e os preços dos carros topo de gama, sabe os nomes de quem nos saqueia a vida e suga o sangue, mas é neles que vai votando enquanto continua à espera de um milagre de Fátima, duns trocos que os velhos guardaram, do dia das eleições para ir passear e comer fora, de saber se o jogador de futebol se zangou com a gaja que tinha comprado com os seus milhões, e é claro de ver um filmezito escaldante para aquecer a sua relação que estava há tempos no congelador.
As escolas fecharam-se, os professores foram quase todos trocados por gente que vende aulas aqui, ali e acolá, os papás são todos doutores da mula russa e sabem todas as técnicas de educação mas deseducam os seus génios, os pequenos /grandes ditadores que até são seus filhinhos e o país tornou-se um fabuloso manicómio onde os finórios são felizes e os burros comem palha e esperam pelo dia do abate.
Sabem que mais?!
Ainda vejo as letras enormes escritas no quadro preto da escola masculina, ao final da tarde de sábado, por moços de doze e treze anos com estes dois pedidos que me faziam: “Professora vá devagar que a estrada é ruim, e não se esqueça de trazer na segunda-feira, papel macio pró c u e roupa boa dos seus sobrinhos prá gente”.
Esta gente foi a gente com quem me fiz gente.
Hoje, não há gente… é tudo transgénico .
O povo adormeceu à sombra do muro da eira que construiu mas os senhores do mundo, estão acordadinhos e atentos, escarrapachados nos seus solários “badalhocamente” ricos e extraordinariamente felizes porque inventaram máquinas e reinventaram novos escravos.
Dizem que já estamos no século XXI...”

Abílio Conde Vieira
Assentis
2019-04-01 18:54
105.227.23.186    

"Saber não ocupa lugar",

ensinavam-nos desde a infância.
Portanto, quem quiser saber a origem do "dia das mentiras" que é anualmente recordado no dia 1 de Abril, é só ler o texto que aqui transcrevo, "acabadinho" de receber de um amigo que o escreveu depois de pesquisa por ele efectuada na Internet:

" - A culpa é de uma mudança no calendário cristão, feita no século XVI.

A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574).
Desde o começo do século 16, o ano-novo era comemorado a 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando a 1 de abril.

Em 1562, porém, o papa Gregório XIII (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão – o chamado calendário gregoriano – em que o ano-novo caía no 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data.

Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior – apelidados de “bobos de abril” – presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, partiu para a Inglaterra e daí para o mundo."

 
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