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Ribatejano
Torres Novas
2017-08-13 08:16
105.228.118.22    

Pergunta a professora ao aluno:

Joãozinho, arroz é com z ou com s ?

- Na escola não sei, senhora professora.
Lá em casa é com feijão.
Ribatejano
Torres Novas
2017-08-09 06:57
105.227.120.99    


Um casal de idosos resolve ir a um restaurante para comemorar os 65 anos de casamento.

Dizem ao empregado qual o tipo de comemoração que estão a celebrar, e este dá-lhes um lugar romântico para o jantar especial.

O velho diz:

- Minha Rainha, onde queres sentar-te?
- Aqui, diz a senhora de idade.
- Minha Princesa, queres um aperitivo para começar?
- Sim, um Porto, obrigada.
- Meu Anjo, o que vais comer?
- Ela pediu a ementa e encomendou.
- Meu Doce, que vinho queres?
O empregado não podia acreditar no que ouvia.
A certa altura, a senhora vai à casa de banho, e o marido diz:
- Vai, Minha Vida, eu fico à espera.
O rapaz, surpreendido, pergunta ao velho:
Há quanto tempo o senhor chama a patroa com palavras tão bonitas como:"Minha Rainha, Meu Anjo, Minha Vida, Princesa", eu estou admirado, sinceramente.
------------ O velho olha para ele e responde:
NÃO CONSIGO LEMBRAR-ME DO NOME DELA !!!...
























Abílio
Assentis
2017-08-05 06:07
105.186.85.86  
E assim com este "Cativa" chegámos ao fim da série de 27 poemas da autoria de Maria Orísia Melo que temos vindo a publicar neste site.

Cativa

Num mar de hortências
num céu de esperança
eu sou cativa da ilha,
da ilha de brumas feita,
onde o mistério do tempo
se junta ao silêncio dos homens
e perpectua o encanto
deste recanto que me dá vida.

Da suabeleza sou cativa
presa à natureza primitiva
ao sonho que a ilha embala
ao verde fundo e fresco
ao mar e céu infindos
numa mistura pura que liberta
e que resgata a alma.

- Maria Orísia Melo.
Realista
Lisboa
2017-07-29 17:44
105.225.83.63    

Presidente da Câmara, Canadiano, recusa abolir a carne de porco do menu das cantinas das escolas e EXPLICA PORQUÊ:
Por os pais de alunos muçulmanos terem exigido a abolição da carne de porco do menu de todas as escolas do Distrito de Montreal.
O Presidente da Câmara do subúrbio de Dorval em Montreal recusou e o porta-voz da Câmara mandou uma carta aos pais explicando o motivo.
Eis o teor da carta:

"Os muçulmanos têm que perceber que têm de se adaptar ao Canadá e ao Quebeque: aos costumes, às tradições e ao modo de vida locais, porque foi para aqui que eles escolheram emigrar.

Têm que entender que se devem integrar e aprender a viver no Quebeque.

Muçulmanos aqui imigrantes têm que entender que lhes cabe a eles mudar o seu modo de vida; não os Canadianos que tão generosamente os acolheram.

Têm que perceber que os Canadianos não são nem racistas nem xenófobos. Que aceitaram muitos imigrantes antes dos muçulmanos (já o contrário não é verdadeiro, pois estados muçulmanos não aceitam imigrantes não-muçulmanos).

Que não mais do que outras nações, os Canadianos não estão dispostos a renunciar à sua identidade e à sua cultura.

E se o Canadá é um país hospitaleiro, não é apenas o Presidente da Câmara que bem recebe os estrangeiros mas os cidadãos quebequenses-canadianos como um todo.

E por último: os imigrantes muçulmanos têm que perceber que no Canadá (Quebeque) - devido as raízes judaico-cristãs, árvores de natal, igrejas e festivais religiosos - a sua religião deve permanecer no fórum privado. A municipalidade de Dorval procedeu acertadamente ao recusar quaisquer concessões ao Islão e à Sharia.

Aos muçulmanos que discordam do secularismo e não se sentem desejados no Canadá, tenho a dizer-lhes que há 57 lindos países muçulmanos no mundo, na sua maioria pouco populosos e prontos a recebê-los com braços abertos _à la halal_ de acordo com a Sharia.

Se você emigrou do seu país para o Canadá e não para outro país muçulmano é porque concluíu que a vida é melhor no Canadá do que em qualquer outro país.

Pergunte a si próprio, uma só vez, porque é melhor aqui no Canadá do que de onde veio?
"Uma cantina onde se serve carne de porco" é parte da resposta.

EXEMPLAR!!!

É a atitude que todos países deveriam adoptar.


pruvi
Brasil
2017-07-22 15:10
179.212.186.194  
Está começando a melhorar
Indignado
Portugal
2017-07-20 22:50
2.82.94.65    
Acho um gesto bastante bonito um candidato à presidência da Junta de Freguesia de Assentis ir "despejar" sofás junto aos contentores de Casais de Igreja....
Ribatejano
Torres Novas
2017-07-15 17:26
105.227.176.136    
"Há sempre alguém que resiste..."


ABERRAÇÕES POLÍTICAS À LA CARTE

Alfredo Barroso – jornal i, opinião.
...
...
Já com os pés na pátria, constato que a maior aberração política é o acordo ortográfico de 1990, com que o então PM Cavaco Silva quis sentar-se à mesa com os países de língua oficial portuguesa (“palopes”) para partilhar com eles um “pato de estabilidade” (ortográfica). Só que, 27 anos depois, nada se passou como ele desejava e o “pato” (sem laranja) é um fiasco político, linguístico, social, cultural, jurídico e económico. O AO90, em que abundam aberrações de todo o tipo, é, aliás, mais um dos “monstro” gerados pela governação de Cavaco Silva (o mais famoso dos quais é o da dívida pública). E aqui vão, tão-só, dois exemplos.

O primeiro é o da eliminação arbitrária do uso do hífen. Que me pôs a suspeitar da razão pela qual a expressão “cor-de-rosa” tem hífen e a expressão “cor de laranja” não tem! Terá sido uma profecia política que só agora se consumou, com o traço de união entre o partido cor-de-rosa (PS) e a maioria parlamentar de esquerda que aguenta o governo?! E o partido cor de laranja (PPD-PSD) terá ficado sem hífen porque ameaça desmoronar-se?!

O segundo é o da supressão arbitrária do acento agudo, a provocar situações hilariantes. Veja-se o caso da expressão popular “Alto e pára o baile” (isto é, “stop”). Escrita com acento agudo antes do AO90, passou a escrever-se sem acento agudo – “Alto e para o baile” (isto é, “go”) – na grafia do AO90. Como escreveu Nuno Pacheco, no “Público”: “O disparate é livre, mas para quê abusar?” Perante a indiferença dos cidadãos, os paninhos quentes dos académicos e a cumplicidade dos partidos, será que vamos ser meros “espetadores” (sem espeto) da perpetuação deste atentado contra a língua e a cultura portuguesas, pela via do facto consumado?!

Abílio Conde Vieira
Assentis
2017-07-06 19:19
105.229.133.103    

Quase a terminar a publicação dos 27 poemas sobre os Açores, temos hoje o 26°. O seu título é:

Repartida

De minha pátria sou errante,
tantas pátrias que já tive.
Dividida em três pedaços,
qual deles o mais dominante.

De onde sou afinal?
A qual das terras pertenço?
À de nascença, ou coração?
Ou à que pisam meus passos?

As voltas que o mundo dá.
As voltas que eu já dei,
deixaram meus sentimentos,
errantes, levados p,los ventos
espalhados ao Deus dará.

Pudera eu recolhê-los,
unir esses meus pertences,
voltar a nascer num torrão
e dele ser unicamente.

-Maria Orísia Melo
Ribatejano
Torres Novas
2017-06-20 21:08
105.225.92.245    

HINO NACIONAL COMPLETO cantado até ao final.
Muita gente desconhece esta versão completa do nosso hino.

A Portuguesa (hino nacional português)
Música: Alfredo Keil
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Mário Rui Simões Rodrigues

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d,amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

Abílio Conde Vieira
Assentis
2017-06-14 18:57
105.229.53.108    






Requiem para um HACORDO HORTOGRÁPHICO

Era uma vez um Acordo
Que de tão mal acordado
Causou zanga e confusão
Deixou tudo baralhado
O cágado ficou cagado,
Coitado do animal
Tão envergonhado estava
Que deixou de dar sinal
Os egitos no Egito
Não sabiam que fazer
Se ficar pelas pirâmides
Se beber para esquecer
O junho ficou minúsculo
Todos os outros também
Gritava o dezembro, fulo:
- Sou agora um Zé-Ninguém !
O pára passou a para
Mas que grande confusão
O trânsito ficou parado
Andava-se em contramão
O pêlo chamado pelo
E já ninguém se entendia
Uns rezavam ao Diabo
Outros à Virgem Maria
O facto ficou de fato
Mas não lhe serviu de nada
E reclamava sempre:
- Sem o meu “c” não sou nada!
A receção sem o “p”
Sentia-se mesmo mal
Andava tão chateada
Que foi para tribunal.
- Que saudades do meu “c”!
Lamentava-se o noturno
Grande farrista que era
Tornou-se muito soturno.
Espetadas e espetadinhas
Fugiam dos espetadores
Tinham fama de sexistas
Os desonestos senhores Vivesse o douto poeta Homem de bom critério Diria hoje decerto: - Vós que lá do vosso império Decretais Acordo novo Calai-vos, que pode o povo Querer um Português a sério!


Notas:
1. Quaisquer grafias mais ou menos estranhas não são resultado do AO mas sim eventual liberdade poética. O “douto poeta” é, obviamente, António Aleixo.
2. Os versos são de autoria desconhecida, mas merecem Parabéns.

 
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